Uma vez que é o procedimento?
A lipoescultura é um procedimento cirúrgico utilizado para modificar o perímetro corporal com a retirada e soma de tecido gorduroso, com objetivo de modelar uma determinada dimensão. Normalmente é bastante utilizada para modelar regiões porquê as nádegas, face, pequenos defeitos de volume ou depressões pelo corpo.

Basicamente, a gordura retirada pela lipoaspiração será submetida a qualquer tipo de tratamento, uma vez que filtração, decantação ou centrifugação, com o objetivo de concentrá-la e prepará-la para reintrodução em outras regiões.

Quando se realiza enxerto de gordura em outra região do corpo, só ocorre uma modificação definitiva uma vez que a modelagem quando acontece a “pega” do enxerto. Isso significa a formação de novos vasos sanguíneos (neovascularização) que passam a suprir de sangue esse tecido novo e durante esse processo, pode ocorrer normalmente a perda de 20% da quantidade de enxerto disposto.

 

Devido a urgência de neovascularização do enxerto, para que haja a viabilidade da gordura enxertada, não adianta colocar grandes volumes de uma só vez em uma única região. Nesses casos é necessário repetir o processo, para compreender o resultado esperado.

Avanços da técnica
Além do enxerto de gordura concentrada, recentemente se tem utilizado o enxerto de gordura “enriquecido” com plasma rico em fatores do desenvolvimento (PRFC) ou plasma rico em plaquetas (PRP).

O objetivo desse processo é associar benefícios locais e aumentar os índices de sucesso do enxerto. Esse método já apresenta resultados preliminares satisfatórios, apesar de ainda necessitar de estudos mais detalhados quanto à sua eficiência a longo prazo.

Principais regiões do corpo para fazer a Lipoescultura
A lipoescultura é mais utilizada no perímetro glúteo, pernas e face. As cicatrizes na pele são muito pequenas, geralmente de boa qualidade e variando de 5 a 10 mm.

Orientações da SBCP e CFM
Uma vez que uma forma de orientar os procedimentos de lipoaspiração no Brasil e prometer um nível de segurança adequado aos pacientes, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e o Juízo Federalista de Medicina (CFM), determinaram que não se deve realizar lipoaspirações com retiradas maiores que 5% do peso corporal do paciente, utilizando a técnica seca e 7% para a técnica úmida.

E independente da técnica utilizada, não deve ser aspirado mais que 40% da superfície corporal por procedimento cirúrgico.

Por exemplo, em uma paciente com 60 kg, a lipoaspiração não deve ultrapassar os 3 litros (60 x 0,05 = 3) pela técnica seca ou 4,2 litros (60 x 0,07 = 4,2) pela técnica úmida.

Na prática, grande secção dos cirurgiões evita ultrapassar 5% do peso corporal em qualquer situação para prometer uma melhor recuperação e minimizar os riscos.

saiba mais no site: http://www.lipoesculturamanualcorporal.com/

Pelo menos é o que afirmam as pesquisas: após os questionamentos comuns da crise da meia-idade, entre os 35 e 42 anos, a vida se renova!

 

O termo crise da meia-idade foi usado pela primeira vez em 1965 pelo psicólogo Elliott Jaques, que chamou assim os momentos de tristeza vividos aos 40 anos, causados pela sensação da perda da juventude. Mas pesquisas recentes constataram que, depois de chegarem ao fundo do poço, as pessoas conseguem voltar a ser felizes. Então, nada de desânimo! Depois dessa idade, você ainda terá muito para viver e aproveitar.

Quando começa
O psicólogo Jaime Kahan garante que a crise da meia-idade ocorre, geralmente, entre 35 e 42 anos. É nesse período que acontece um grande número de separações e também mudanças profissionais. “As pessoas que procuram ajuda terapêutica relatam sentir uma carência inexplicável e insatisfação com suas conquistas materiais. Então, buscam abafar essa sensação incômoda de várias maneiras: trabalhando mais, se envolvendo em relações extraconjugais, etc.”, conta o especialista.

Questionar para crescer
O psicólogo explica que o sentimento faz parte de um balanço do que foi feito até aquele momento nos lados material e de desenvolvimento humano. É comum que haja questionamentos como: consegui realizar meus objetivos pessoais e profissionais? Como me sinto em família? Como sou visto pela comunidade? O que vou deixar no mundo de verdadeiramente importante?

“A morte de amigos e parentes nos coloca face a face com a transitoriedade de nossas vidas. Por isso, as respostas procuradas têm a ver com um amadurecimento psicológico e espiritual, muito mais do que apego a bens, status social e símbolos de poder. A crise de meia-idade é uma oportunidade de crescimento, na qual se deixa as ilusões da juventude de lado e percebe-se o que realmente é essencial nas nossas vidas”, afirma Kahan.

Luz no fim do túnel
A maneira mais eficiente de enfrentar essa etapa é permitindo que os obstáculos transformem mais do que depriem. E, segundo uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, é isso mesmo que as pessoas estão fazendo. O estudo comprovou que, passada a época mais tensa da crise da meia-idade, os níveis de estresse caem e a felicidade passa a ser mais recorrente.

Para o especialista, isso representa uma vitória pessoal que beneficia toda a sociedade, que começa a compreender que as restrições físicas impostas pelo envelhecimento não precisam ser sinônimo de tristeza se for levado em conta o amadurecimento psíquico e espiritual vivenciado com o passar dos anos.

“Vale a pena prestarmos atenção a estes idosos que parecem ter uma aura luminosa e transmitem felicidade. Eles revelam desprendimento, generosidade e solidariedade em suas atitudes, o que lhes permite transformar a terceira idade num período fértil de colheita e realização”, analisa.

Saiba mais no site:  http://www.crisemeiaidadefeminina.com/